São José registra queda de 76% de casos de dengue

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São José dos Campos registrou 378 casos de dengue nos nove primeiros meses deste ano, o que significa uma redução de 76% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando houve 1.597 casos positivos no município.

Dos 378 casos de janeiro a setembro, 345 são autóctones (locais) e 33 importados.

O bom resultado se deve, principalmente, às ações efetivas e constantes adotadas pela prefeitura desde o início do ano, intensificando o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor das arboviroses (dengue, febre chikungunya e Zika vírus). Nos 13 arrastões realizados de fevereiro a abril, por meio da Secretaria de Saúde, foram recolhidas 12 toneladas de materiais inservíveis (possíveis criadouros) e visitados cerca de 40 mil imóveis.

A prefeitura preparou ainda um extenso cronograma de capacitação e treinamento de mais de 2.000 profissionais de saúde que atendem diretamente ao público, conscientizou  alunos do ensino fundamental da rede pública do município em relação às medidas preventivas e realizou avaliações de densidade larvária, entre outras ações.

Medidas adotadas por outras secretarias municipais também têm sido fundamentais para complementar o trabalho da Saúde, como os fumacês ecológicos à base de água realizados pela Secretaria de Manutenção da Cidade em todas as regiões de São José. Mais eficiente, o produto utilizado, desde março nas dedetizações, combate não apenas os pernilongos, mas também o Aedes aegypti. Como prevenção, também são aplicados larvicidas em 89 pontos da cidade, principalmente córregos.

Apesar do baixo número de casos de dengue em São José este ano, a Secretaria de Saúde continua com ações educativas e preventivas em toda a cidade. O objetivo é manter a situação estabilizada até a chegada do verão e da temporada de chuva.

Prevenção

Da próxima segunda-feira (16) até 30 de outubro, o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) vai realizar a quarta avaliação de densidade larvária do ano, para o planejamento de futuras ações de prevenção. A última, concluída em julho, apontou um índice de 0,1 – a cada 100 imóveis pesquisados, 0,1 continha larva positiva.

Serão identificadas as áreas e tipos de criadouros mais predominantes e as a áreas mais críticas de infestação nos próximos três meses, já preparando as ações para 2018. Os 64 agentes de combate a endemias vão visitar 13 mil imóveis em 180 bairros de todas as regiões da cidade.

Bairros visitados na primeira semana:

Região Sul: Bosque dos Eucaliptos, Jardim Portugal, Jardim Madureira, Jardim Estoril, Res. Primavera, Jardim Del Rey, Jardim Satélite, Jardim Santa Edwiges, Jardim Nova República, Jardim República, Jardim Bandeirantes, Vila das Flores, Jardim Colonial, Jardim Imperial, Conj. Hab. Dom Pedro l e ll, Campo dos Alemães.

Região Sudeste: Jardim Souto, Jardim da Granja, Jardim Colorado, Jardim Uirá, Sítio Bom Jesus, Residencial Flamboyant e Residencial São Francisco.

Região Leste: Capão Grosso l e ll, Magestic, Bairrinho, Jardim Santa Lúcia, Jardim Santa Hermínia, Chácara Boa Esperança, Jardim Santa Cecilia ll, Jardim Mariana ll, Jardim Santa Júlia, Vila Monterrey, Vila Patrícia, Vila Tesouro, Jardim Valparaíba, Jardim Copacabana, Jardim Ismênia, Jardim Maracanã, Vila Tatetuba, Residencial Intervale

Região Norte: Altos do Vila Paiva, Recanto do Caetê, Jardim Independência, Chácara Oliveira

Região Oeste: Jardim Alvorada, Jardim das Indústrias, Jardim Pôr do Sol, Jardim Aquarius, Jardim Colinas e Bosque Imperial

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