Químicos em greve na Johnson

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Segundo sindicato, categoria pleiteia aumento real, abono, não aplicação da reforma trabalhista e da terceirização irrestrita

Foto: divulgação

Os trabalhadores e trabalhadoras químicas da Johnson, em São José dos Campos, deflagraram greve a partir do 2º turno desta segunda-feira, (4), por aumento real, abono, não aplicação da reforma trabalhista e da terceirização irrestrita, inclusive na atividade-fim. A informação é do Sindicato dos Trabalhadores Químicos e Farmacêuticos de São José dos Campos e região.  

A empresa propôs aumento de 1,83%, o que foi rejeitado. Os trabalhadores reivindicam aumento de 4% e abono salarial de R$ 2 mil. A greve conta com adesão de 100% dos trabalhadores deste turno e segue por tempo indeterminado. O movimento será votado também com os trabalhadores do 3º, hoje, às 21h30, e amanhã, 5, com o 1º turno, às 5h30.

Para o dirigente sindical Wellington Cabral, a greve foi deflagrada por “não houve avanço com a empresa em pontos específicos, como: percentual de desconto do transporte e da alimentação, a não aplicação da reforma trabalhista e da terceirização na atividade-fim, o combate ao assédio moral e aumento real”.

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