Aquarius Life: Evento debate segurança no bairro e na cidade

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Encontro contou com participação de secretário municipal, capitão da PM, vereador, diretoras do Conseg Oeste e diversos síndicos de prédios do bairro

foto: Life

Cerca de 50 pessoas debateram a segurança pública da região do Aquarius e da cidade de São José dos Campos na noite da última quarta-feira (2). O evento ocorreu no auditório do edifício Hyde Park e contou com a participação de autoridades no assunto como o Capitão Iraí Raval da Polícia Militar e o secretário municipal da pasta de Proteção ao Cidadão, Antero Alves Baraldo – além do vereador José Dimas, diretoras do Conseg Oeste e diversos síndicos de prédios do Jardim Aquarius.

O encontro foi organizado e promovido pelo Grupo de Síndicos do Aquarius. Durante quase três horas os participantes puderam esclarecer dúvidas, informar ocorrências e conhecer com detalhes o funcionamento dos órgãos. O evento teve início com o secretário Antero, que contou que o efetivo da Guarda Municipal é de 300 homens e que a cidade possui atualmente 511 câmeras do COI (Centro de Operações Integradas).

“A meta é alcançar 700 câmeras até os próximos quatro anos. A segurança em São José age de forma integrada. A PM tem acesso às imagens das nossas câmeras. A DIG (Delegacia de Investigações Gerais) também. Estamos interligados e esta estratégia vem proporcionando bons resultados, inclusive na coibição aos chamados fluxos”, destacou. Segundo Antero, o grupo aliado de segurança criado em janeiro e chamado “São José Unida” tem monitorado principalmente três pontos do Aquarius. “Estamos atentos à movimentação no jardim japonês (em frente ao condomínio Sunset), praça Ulisses Guimarães e pista de skate”, frisou.

O baixo índice de ocorrências registradas pelo Jardim Aquarius foi um dos destaques da explanação feita pelo Capitão Raval. “Os deslocamentos das viaturas são determinados conforme o número de ocorrências devidamente registradas. Em razão disto, é imprescindível que haja a identificação da vítima e do delito. Isto também vale para os casos de perturbação do sossego. A vítima precisa ir até a delegacia e formalizar a ocorrência”, esclareceu, para o descontentamento das pessoas presentes.

Para exemplificar sua explanação, Capitão Raval citou o crescente número de flanelinhas na Avenida Tubarão. “É crime de extorsão, mas para isso é preciso definir quem é o extorquido. Se o guardador de carro alegar que o dinheiro dado pelo motorista foi de livre vontade, a polícia não tem o que fazer. São casos complexos para autuação”, relatou.

Já a presidente do Conseg Oeste, Edna Zordani, falou sobre os resultados positivos alcançados pelo projeto “Vizinhança Solidária” no bairro Jardim das Indústrias. Também presente à reunião, o vereador José Dimas (PSDB) se colocou à disposição para ajudar a população no combate à criminalidade. Ao longo do evento, diversos síndicos pediram ações mais efetivas contra os fluxos e uma melhora no atendimento via 190.

 

 

 

 

 

 

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